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Sindicalistas anunciam o rompimento com o Conselho Municipal de Transportes
Manifestação de estudantes
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Posição do PT de Juiz de Fora é destaque na imprensa
Tribuna de Minas, Juiz de Fora, dia 29 de maio:
Petistas de JF pregam candidatura própria
Na contramão da direção nacional do PT, o diretório do partido em Juiz de Fora baixou uma resolução defendendo o lançamento da candidatura própria ao Governo de Minas. O documento, assinado pela comissão executiva municipal, convoca a militância para comparecer às prévias do próximo domingo, quando será escolhido o candidato da legenda na sucessão mineira. O ex-ministro de Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, e o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, estão no páreo. Para os petistas de Juiz de Fora, longe de causar divisão dos filiados, “as prévias representam a união do partido em torno da construção” de uma alternativa para o estado.
Na resolução, o PT de Juiz de Fora critica a gestão tucana em Minas e prega a retomada do desenvolvimento econômico e social. “Acreditamos que este processo político reafirma a necessidade de uma candidatura própria do nosso partido para fazer frente ao desgoverno tucano do PSDB de Aécio (Neves, ex-governador) e (Antônio) Anastasia (governador) que durante anos impediu o desenvolvimento social e econômico de Minas Gerais.” Noutro trecho, os petistas defende a necessidade de reverter a atual situação do estado, “tão afetado pelo choque de indiferença do PSDB”.
O documento não traz nenhuma menção à políticas de alianças. O senador e pré-candidato ao Governo, Hélio Costa (PMDB), que aguarda uma sinalização do PT para uma dobradinha em Minas, também não foi lembrado. Além dos dois pré-candidatos petistas no estado, apenas a candidato do partido à Presidência, Dilma Rousseff, é mencionada na condição de futura presidente. “A população que elegeu o presidente Lula e elegerá Dilma espera isso (candidatura própria em Minas) do PT.” A declaração de apoio a Dilma é seguida de uma alfinetada na cúpula da legenda em Brasília. “Queremos votar em outubro num candidato petista para o Palácio da Liberdade. Que a escolha do PT mineiro seja soberana.”
Margarida lança pré-candidatura
Políticos juizforanos lançam pré-candidaturas à Câmara Federal
Sob pressão
A secretária de Assistência Social, Silvana Barbosa, há cerca de 30 dias no cargo, foi enfaticamente questionada pelos vereadores, sobretudo em razão da falta de respostas conclusivas na audiência pública de ontem, e também pela transferência de projetos da área social para outras instâncias. Os vereadores criticaram, principalmente, a competência da secretaria de Educação sobre as creches e da de Esportes sobre o programa Bom de bola, bom de escola.
Novo debate
A falta de conclusão levou o peemedebista José Sóter Figueirôa a propor uma nova reunião, dentro de um mês, com a participação do que chamou de atores sociais que não foram convidados para o evento de ontem. O líder do Governo, Isauro Calais, e a secretária, Silvana Barbosa, concordaram com a proposta, mas enfatizaram que só poderiam dar uma resposta depois de conversarem com o prefeito Custódio Mattos.
Curso comunitário deve ser retomado em maio
A secretária de Assistência Social, Silvana Barbosa, reúne-se hoje com a equipe responsável pelo Curso Pré-Vestibular Comunitário e pelo Curso Preparatório para Concursos (CPC II), a fim de discutir a viabilidade de reiniciar as aulas na segunda quinzena de maio, e não em agosto, como ela havia anunciado. A promessa foi feita, ontem, ao fim de três horas de audiência pública realizada na Câmara Municipal. Na sessão, os vereadores defenderam a retomada imediata do curso comunitário e fizeram duras críticas sobre a redução e a suspensão temporária de projetos sociais pela Prefeitura, problema divulgado pela Tribuna no último sábado. Os representantes do Legislativo destacaram o avanço do Sistema Único de Assistência Social (Suas), modelo de gestão participativa que está sendo adotado na cidade, mas questionaram a interrupção de projetos e o prejuízo causado a mais de dez mil pessoas. “Se é para retomar os projetos, por que interromperam? Tudo bem fazermos uma correção de rota. Mas, desta vez, o choque de gestão foi tão grande que acabou por matar aqueles que deveriam preservar”, afirmou Flávio Cheker (PT), ao referir-se a suspensão do “JF nos Trilhos da Paz” e dos CPC I e II. Wanderson Castelar (PT) disse que, em nome da economia, o corte dos projetos desmantela uma estrutura social construída há anos. “Os projetos sociais de Juiz de Fora, mesmo com as suas deficiências, eram espelho para outras cidades.” Rodrigo Mattos, líder do PSDB, admitiu que a administração municipal errou ao não dar continuidade aos cursinhos comunitários, mas refutou a generalização dos casos. “Não é correto dizer que nada está sendo feito. O “Poupança jovem”, por exemplo, vai revolucionar a questão da assistência social em Juiz de Fora.” Mattos refere-se ao projeto do Governo estadual que prevê atendimento de cinco mil jovens de 15 a 21 anos matriculados no primeiro ano do ensino médio. Além de participar de oficinas culturais, eles terão debitados em uma poupança R$ 1 mil por ano, dinheiro que receberão na conclusão da educação básica. “Os projetos dos governos federal e estadual são muito bem-vindos, mas têm que ser entendidos como projetos complementares”, rebateu Figuerôa (PMDB). Questões relativas à população de rua, o futuro da Amac, a indecisão sobre a implantação do Restaurante Popular também foram discutidas e devem voltar à pauta em 30 dias, quando os conselhos municipais serão chamados ao debate.
Termina sem avanços 3ª rodada de negociação
A terceira rodada de discussões da campanha salarial, na manhã de ontem, deixou frustrados mais uma vez representantes dos servidores públicos municipais. A proposta dos dirigentes dos sindicatos dos Servidores Públicos (Sinserpu), dos Professores (Sinpro), dos Médicos e dos Engenheiros (Senge) de definirem primeiro o índice de reajuste antes de passar para as demandas específicas de cada categoria acabou não prevalecendo. "Queremos começar assegurando o reajuste pelo IPCA (cerca de 6%), conforme previsto em lei aprovada pela Câmara", afirmou Flávio Bitarello, coordenador-geral do Sinpro. O secretário de Administração e Recursos Humanos, Vítor Valverde, reagiu e argumentou que há possibilidade de ganhos financeiros, mas não de forma linear para todo o funcionalismo. "Temos onde avançar, mas não é de forma linear. Posso afirmar que conversando com cada categoria poderemos ter ganhos, inclusive, financeiros." Ele agendou para hoje durante o dia uma série de conversas em separado com cada uma das categorias. Somente no início da noite é que todos voltarão à mesa de negociações conjuntamente. A Prefeitura não antecipou quais propostas específicas vai apresentar a cada grupo específico, mas é certo que aqueles com menores salários serão beneficiados. Na reunião de ontem, Vítor Valverde chegou a afirmar que a determinação do prefeito Custódio Mattos (PSDB) é para priorizar quem ganha menos. Outros aspecto que será contemplado envolve as progressões nas carreiras. Já em relação ao reajuste salarial propriamente dito, o secretário foi enfático: "As circunstâncias não nos permitem negociar nem o IPCA, mas ressalto que este Governo quer manter o diálogo com o servidor." Ele também pediu aos sindicalistas para repensarem a hipótese de greve, que pode ser deflagrada amanhã, quando as categorias fazem assembleia conjunta. "Se há diálogo, não podemos parar e impor prejuízo à cidade. Estamos tratando tudo com muita clareza e pedimos apenas para pensarem um pouco." Mesmo a contragosto, os representantes de todos os sindicatos concordaram com as negociações específicas agendadas para hoje. Eles exigiram apenas que uma nova reunião conjunta fosse feita antes de amanhã. A insistência do Governo em não avançar na negociação do índice foi duramente criticada pelos sindicalistas. "A Prefeitura tem condição de recompor nossos salários. É uma decisão muito mais política do que econômica. O que há é intransigência por parte da administração", disparou Bitarello. Também representando o Sinpro, o vereador e sindicalista Roberto Cupolillo (Betão-PT), criticou a excessiva apresentação de números pela administração e cobrou "vontade" para enfrentá-los. De acordo com o presidente do Sinserpu, Cosme Nogueira, mesmo havendo algum avanço nas reivindicações específicas, a questão do índice continuará sendo a tônica da assembleia desta quarta. "Posso assegurar que o movimento vai permanecer unido pelo reajuste." Números Atendendo a pedido dos próprios sindicatos, Vitor Valverde apresentou projeção do suposto impacto do reajuste nas contas do município com base no IPCA. Considerando a manutenção do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) nos mesmos patamares do ano passado, a folha de pagamento em 2009 representaria 52,6% da receita corrente líquida de Juiz de Fora. A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) estabelece como limite máximo 54% e como limite prudencial 51,3%. Os sindicalistas questionaram os percentuais dizendo que todos os anos os governos fazem estimativas altas e quando os orçamentos são executados os índices de comprometimento com a folha caem. Para Valverde, os números são claros e não comportam especulações. O secretário voltou a mostrar o fluxo financeiro de 2009 elaborado e apresentado na segunda reunião da campanha salarial pela secretária da Fazenda, Maria Helena Leal. O documento prevê para este ano uma arrecadação menor do que as despesas, não considerando a hipótese de reajuste. Somente com a folha de pagamento do funcionalismo, a Prefeitura deve gastar R$ 313 milhões ao longo do ano. "Os números estão aí da forma mais clara possível. Se houver possibilidade de alocarmos recursos para aumentar os salários, vamos fazer, mas quero que vocês me mostrem".
Projeto é ‘ressuscitado’ e provoca embate
Depois de ser derrotada em fevereiro por 14 votos a 4, a proposta do vereador Wanderson Castelar (PT) que extinguia a remuneração por reunião extraordinária, além do 14º e do 15º salários, voltou a causar mal-estar. A polêmica começou quando o vereador Noraldino Jr. (PSC) acusou - em plenário e sem citar nome - um dos vereadores que votaram com Castelar - Flávio Cheker (PT), José Fiorilo (PDT) e Roberto Cupolillo (Betão, PT) - de ter dito a um eleitor, nos corredores do Barbosa Lima, que "a Câmara renovou pouco e mal". Segundo ele, na conversa, na sexta-feira, o parlamentar ainda teria afirmado, sobre a derrota do projeto de Castelar, que "é muito difícil votar contra a maioria". Irritado, Noraldino declarou que só o voto de Castelar foi legítimo. "Só teve um vereador que votou a favor do projeto: o nobre vereador Castelar, que renunciou a receber as verbas. Os outros abriram mão? Votar a favor quando o projeto já está previamente derrotado é demagogia."
As acusações de Noraldino foram apoiadas pelos vereadores Pastor Carlos Bonifácio, (PRB), Luiz Carlos dos Santos (PTC) e José Emanuel (PSC), que alegaram haver parlamentares usando outros como "trampolim" e querendo "colocar colegas contra a população". O "disse-me-disse" foi criticado por Betão. "Não é do meu feitio participar desse tipo de discussão, mas há algumas semanas vereadores têm se revezado para colocar 'questões enigmáticas', sem nomes. Isso para mim tem um nome: fofoca política". O petista alegou que, antes da votação do projeto de Castelar, tinha deixado clara a destinação que daria ao dinheiro extra: patrocinar a "luta de classe". Fiorilo também rebateu a acusação. "Não sei se o vereador Noraldino está ouvindo vozes do além, mas nenhum de nós participou dessa conversa". Cheker, por sua vez, esteve ausente do plenário, mas, logo que se inteirou da polêmica, afirmou que seu posicionamento era o mesmo de Betão. Passada a tensão do pequeno expediente, os vereadores aprovaram, por unanimidade, o projeto de José Emanuel que institui tolerância de dez minutos gratuitos para os carros que pararem na Área Azul. Na última semana, o vereador já havia criticado a Prefeitura por ter abolido a tolerância, afirmando que isso prejudica quem precisa de algum serviço rápido. O líder do Governo, Isauro Calais (PMN), defendeu o projeto, afirmando que ele impede que alguns agentes façam uma "industriazinha" de multas.PSDB e PT polarizam embate político local
Ricardo Miranda* repórter
Foi na disputa pela Presidência da República em 1994 que se iniciou a polarização da cena política brasileira entre PT e PSDB. De lá para cá, apenas os dois partidos se revezam à frente do Governo e da oposição. Essa mesma alternância viria a se refletir em vários estados e cidades em todo o país, reforçando a identidade de cada lado e o consequente acirramento entre eles. Com uma defasagem de 15 anos, o embate Governo/oposição entre tucanos e petistas se instaura somente agora em Juiz de Fora, com a eleição do prefeito Custódio Mattos (PSDB) e da maior bancada de vereadores (Flávio Cheker, Roberto Cupolillo - Betão e Wanderson Castelar) da história do PT local. Para dirigentes das duas legendas, o antagonismo é salutar para democracia e bem-vindo ao cenário político local. Já os cientistas políticos da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) não veem avanço em relação a outros enfrentamentos que tiveram lugar na cidade e criticam o debate meramente político, sem nenhum viés ideológico. Numa avaliação da polarização nacional entre PT e PSDB, o professor Luiz Werneck Vianna considerou, ao falar da ausência de disputa ideológica, que os dois partidos repetem o quadro do Império, quando se dizia: nada mais parecido com um saquarema (conservador) do que um luzia (liberal) no poder. Para o cientista político Paulo Roberto Figueira Leal, a situação de Juiz de Fora difere pouco do quadro desenhado por Werneck Vianna. "Há pontos de proximidade e de distanciamento. A direita do PT e a esquerda do PSDB podem se entender com facilidade, o que não deve acontecer entre a direita do PSDB e a esquerda do PT." Ainda assim, ele considerada a rivalidade benéfica para a política local. "Quando há oposição, é claro que é salutar para o processo democrático; o problema é quando não há vozes dissonantes." A divergência, segundo o professor de política Diogo Tourino, é necessária. "Só assim temos pluralidade de opiniões." No caso específico da polarização entre PT e PSDB, ele lembra que sempre houve vontade para encontrar sinais aqui daquilo que acontece em nível nacional. "Quando isso acontece, como agora, há um gás maior para o debate." Quanto ao caráter político do enfrentamento, o professor afirma que não se pode generalizar a postura dos petistas na Câmara. "A bancada do PT não é uniforme. São vereadores com trajetórias singulares. Há aquele - caso do Betão - que tem, sim, posicionamento com viés ideológico." Paulo Roberto Figueira concorda que não dá para descartar completamente a questão ideológica em detrimento do embate político, mas volta a ponderar quanto à preponderância do último. "Não posso concordar com o Werneck Vianna para quem o PSDB e o PT são as torres gêmeas da ordem burguesa brasileira, mas considero que, a contar por suas origens e programas, esperava-se mais diálogo entre os dois partidos do que de cada um deles com seus atuais aliados." Menos condescendente com as duas siglas, os cientistas políticos Rubem Barboza e Raul Magalhães afirmam que, sim, PT e PSDB são as torres gêmeas da ordem burguesa brasileira. Pior. De acordo com Raul, reproduzir a tensão nacional no município "não leva a nada." "O enfrentamento que se faz tanto lá (em âmbito nacional) quanto cá é político e sem substância." No mesmo tom, Barboza cobra atuação propositiva dos vereadores. "O enfrentamento de hoje é político apenas. São contra a locação de caminhões, por exemplo, porque devem ser contra. O PT do Brasil inteiro aluga caminhão de lixo. Não há formulação na Câmara." Pegando carona na questão do lixo, Magalhães critica a falta de atuação dos parlamentares na questão do aterro sanitário. "O Bejani (ex-prefeito Alberto Bejani - sem partido) iniciou processo obscuro e o Custódio deu prosseguimento. Tanto essa legislatura quanto a outra nada fizeram até agora e nem vão fazer. Independente de partido, o Executivo, não só de Juiz de Fora, mas de todo país, consegue maioria com facilidade nas câmaras. Logo, logo, o Custódio vai ter a famosa 'maioria confiável'." Para dirigentes, confronto é de bom nível Os presidentes locais do PSDB, vereador Rodrigo Mattos, e do PT, Rogério Freitas, veem com bons olhos a polarização entre suas legendas na cidade. Eles consideram que os dois partidos possuem formas distintas de governar e que isso se reflete no embate. "Há, por exemplo, uma precarização da assistência social no município que vai na contramão daquilo que o PT defende. Por isso, o enfrentamento", explica o dirigente petista. Ele também defende as contestações feitas pela bancada do partido à indefinição da gestão tucana em relação ao Restaurante Popular. "É um projeto histórico do PT que certamente estaria em atividade se tivéssemos no poder." O presidente tucano até concorda que o enfrentamento tem acontecido no campo ideológico, mas restrito às discussões na Câmara. "Há respeito e cordialidade nos debates entre os vereadores em plenário. As diversidades das propostas de um lado e outro são defendidas como devem ser." Por outro lado, no entanto, ele condena as manifestações da direção local do PT em relação à atual administração. "Quando as divergências saem da Câmara, acabam ganhando cores políticas apenas. Nesses casos, o que há é uma tentativa de terceiro turno, que não nos interessa." O tucano acusa ainda a direção petista de usar a frágil situação financeira do município para tirar proveito político. Toma-lá-dá-cá Político ou ideológico, o clima entre petistas e tucanos locais, que já não era dos melhores desde o segundo turno das eleições do ano passado, "azedou" de vez com as críticas dos vereadores ou mesmo da direção do PT após os cem dias de Governo. No ataque mais direto, a direção petista divulgou nota condenando a proposta da administração de não reajustar os salários do funcionalismo. O texto trata a crise financeira da Prefeitura como "crise-desculpa-tudo" e critica o afamado choque de gestão do governador Aécio Neves (PSDB). No fim, ainda questiona quando "o PSDB pretende começar a governar a cidade". A resposta tucana veio no mesmo tom provocativo. Como mencionado várias vezes durante a campanha, o presidente Rodrigo Mattos afirmou que a situação só estava assim por conta do ex-prefeito Alberto Bejani, que teve apoio financeiro do PT. Antes, a cúpula do PSDB já havia afirmado que gostaria de saber, um dia, se os petistas saberiam governar Juiz de Fora, "pois perder eleição eles não sabem". Curiosamente, o próprio prefeito tem se mantido distante dos confrontos. Em recente entrevista a Tribuna, Custódio Mattos até sinalizou algumas respostas, mas não avançou de forma direta contra o PT. Ao contrário, elogiou alguns aspectos da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e disse que a ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Roussef, representaria muito bem o país caso fosse eleita.
